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FONTE: WWW.FECOMERCIOMG.ORG.BR

Desonerações do governo agradam comércio

Mudanças na folha de pagamento e na tarifa de energia elétrica animam lojistas e podem refletir na queda de preços
Desoneração da folha de pagamento e redução da tarifa de energia. O comércio varejista da capital mineira será impactado com essas duas medidas do Governo Federal e os empresários acreditam em impactos positivos na saúde financeira de suas lojas. A Fecomércio MG elaborou uma pesquisa que mostra as expectativas dos empresários com a Lei 12.546/2011, que alterou o recolhimento de 20% sobre a folha de pagamento de cada funcionário, e o anúncio de redução nas contas de energia feito pelo Governo Federal. De acordo com a pesquisa, medidas podem beneficiar indiretamente o consumidor. Mesmo assim, os empresários acham as medidas insuficientes e ainda convivem com despesas pesadas como o aluguel e impostos.
Setores do comércio varejista, entre eles lojas de departamento, de eletroeletrônicos e de material de construção, foram incluídos na lei de desoneração por meio da MP 601/12. Em vez de destinarem 20% da folha de salários para o INSS, as empresas passarão a pagar 1% sobre o faturamento. Do total de empresários consultados pela Fecomércio, 60,9% acredita que isso trará impacto financeiro positivo, com aumento de recursos disponíveis. Mais da metade, 51,2%, acredita que terá entre 5% e 10% a mais de dinheiro para utilizar no negócio.
A redução da tarifa de energia, anunciada pelo Governo Federal no fim do ano passado, é outra boa notícia para 61,2% das empresas. De acordo com 32,1% dos empresários, isso reflete na redução dos preços ao consumidor. A redução fica em até 5% em 50% desses estabelecimentos e entre 5% e 10% em 41,2% das lojas.
Mesmo com expectativa positiva até para os consumidores, 56,5% dos empresários argumentam que essas medidas não são eficientes. Para a maioria (44,7%), o aluguel é a despesa que mais pesa no orçamento financeiro da empresa. A folha de pagamento vem em segundo lugar com 28,6%. Na sequência, os impostos (13,4%), a tarifa de energia elétrica (12,9%) e a despesa com água (0,5%).

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