Get Adobe Flash player

Economia

17/09/2014 08:00 | InfoMoney Informação que vale dinheiro

Por mais simples que sejam, algumas dicas podem ajudar qualquer um quando o assunto é dinheiro. No site norte-americano de perguntas Quora, o consultor de serviços financeiros Christopher Pollock citou algumas premissas sobre finanças pessoais que todos deveriam saber. Conheça abaixo algumas delas:

1.Gaste menos do que ganhe – Conceito bastante simples, mas muitos ainda gastam mais do que podem e acabam se endividados.

2.Torne seu gasto um investimento – Até mesmo uma viagem à Disneylândia é um investimento, se pensar em sua felicidade pessoal. Em outras palavras, sempre gaste seu dinheiro (seja em qualquer valor) com um propósito.

3. Sempre expanda seu conhecimento sobre escolhas financeiras – Independente de sua escolaridade, você certamente não aprendeu tudo sobre finanças pessoais. Nunca pare de se informar, continue aprendendo.

4. Não dê ouvidos a falsos profetas – Assim como estar em constante aprendizagem é fundamental para colocar as finanças em dia, não baseie seus objetivos – e como chegar neles – em conselhos de qualquer pessoa, inclusive de familiares e amigos. Em vez disso, ouça profissionais especializados no assunto ou em quem você conheça e confie na área profissional, e não pessoal.

5. Se prepare para a aposentadoria, não dependa do seu empregador – Ainda que importante, poucas pessoas seguem esta regra. Não conte apenas com o INSS pago pela empresa para garantir seu futuro. Planeje sua aposentadoria, guarde dinheiro e invista-o.

6. Cuide de sua saúde – Coma alimentos saudáveis, pratique exercícios físicos e durma oito horas por dia. Essas são regras básicas para ser mais produtivo e saudável.

7. Esteja perto de pessoas que amam você e de quem você ama – Não conviva com pessoas que querem o seu mal ou que sejam muito pessimistas.

Momento econômico explica busca por profissionais capazes de aumentar vendas, controlar custos e melhorar a eficiência das operações

por O Globo

RIO — A empresa de recrutamento Robert Half mapeou as carreiras com maior demanda em sete diferentes áreas este ano. De acordo com o levantamento, os cargos em alta são: gerente contábil, gerente de riscos, gerente de vendas, gerente de marketing, engenheiro de vendas, gerente comercial/novos negócios e advogado sênior especializado em consultivo tributário.

O aumento na demanda por estes cargos, segundo Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half no Brasil, pode ser explicado em função do momento econômico do país.

— Em cenários menos favoráveis, a regra é alavancar vendas, controlar custos e melhorar a eficiência das operações — aponta o executivo.

Confira, a seguir, a lista dos profissionais mais procurados em cada área e os motivos para o aquecimento na demanda:

Finanças e Contabilidade: gerente contábil

— O mercado de finanças e contabilidade sofre com uma contínua escassez de profissionais que tenham conhecimentos em inglês e perfil “parceiro do negócio”.

Perfil esperado dos profissionais: formação em contabilidade, com CRC ativo, inglês fluente, atualizado com as normas contábeis brasileiras e internacionais, que seja capaz de entender e influenciar o negócio e que tenha boa comunicação.

Mercado Financeiro: gerente de riscos (mercado, crédito, liquidez, operacional)

— Os bancos têm se readequado às novas legislações e às regulações do Banco Central. Para isto, a demanda em áreas de controles, compliance e risco está aquecida.

Perfil esperado dos profissionais: formação em cursos como administração, economia e engenharia, Profissionais analíticos, com perfil organizado e de processos. Inglês fluente é mandatório.

Vendas: gerente de vendas

— O momento econômico tem forçado as empresas a apostar na força de vendas para alavancar os resultados e a rentabilidade. A profissionalização de alguns setores, especialmente os relacionados a serviços, vem impactando ainda mais a demanda na área de vendas das empresas.

Perfil esperado dos profissionais: consultivo, com foco na necessidade do cliente e visão global de negócios. O nível da formação acaba ficando em segundo plano e a experiência conta, principalmente, quando se trata de produtos e serviços específicos e relacionamento prévio com clientes-chave.

Marketing: gerente de marketing

— A área de marketing vem passando por um momento de reestruturação nos últimos semestres. As organizações optaram por estruturas mais enxutas, ganho de sinergia e agrupamento de mais responsabilidades sob equipes menores. O gerente de marketing com experiência e visão de negócios é mais valorizado nesse cenário.

Perfil esperado dos profissionais: formação em faculdades de primeira linha, experiência internacional e línguas são valorizadas, principalmente em empresas globais.

Engenharia: engenheiro de vendas

— O engenheiro consultivo e integrado ao negócio vem sendo cada vez mais demandado em diferentes indústrias, principalmente quando se trata da área comercial técnica. A indústria dá preferência a contratar engenheiros nas áreas comerciais, pois a formação técnica permite que ele entenda a necessidade do cliente de forma específica para propor soluções completas.

Perfil esperado dos profissionais: Além dos conhecimentos técnicos, as empresas valorizam cada vez mais habilidades como comunicação, visão estratégica, negociação e relacionamento interpessoal. Inglês fluente continua a ser uma exigência para muitos cargos. Formação em faculdades renomadas é um diferencial.

Seguros: gerente comercial/novos negócios

— Com a profissionalização e o desenvolvimento da indústria de seguros e resseguros no país, cresceu a demanda por foco em desenvolvimento de relacionamento em novas contas.

Perfil esperado dos profissionais: capacidade de conquistar novos clientes para aumentar a carteira, além de experiência e habilidade estratégica para identificar as melhores oportunidades no mercado.

Jurídico: advogado sênior especializado em consultivo tributário

— Com o aumento da preocupação das empresas em desenvolver planejamentos tributários que possibilitem economia financeira, cresce a demanda por advogados com conhecimento na área.

Perfil esperado dos profissionais: tanto para empresas, quanto para escritórios, os profissionais devem ter formação de primeira linha, especialmente em direito e contabilidade. Para os escritórios é essencial a formação jurídica e, para empresas, dependendo do escopo, apenas o contábil supre as necessidades, mas o profissional mais valorizado é o que possui as duas formações. É valorizada a experiência pregressa em empresas de auditoria.

 

Planejar gastos virou lei em casa

O consumidor de Belo Horizonte está mais cuidadoso com as contas domésticas, pelo menos na intenção de controlar os gastos. A pesquisa de Orçamento Doméstico do Consumidor, realizada pela Fecomércio MG, mostra que 79,5% dos entrevistados afirmam planejar o consumo de produtos e serviços e equacionar os compromissos financeiros. Na última pesquisa, feita em junho, esse número era de 71,1%. A diferença entre o planejamento e os hábitos de consumo incoerentes com os planos também está em queda. 

A pesquisa mostrou que 37,5% dos consumidores que planejam não conseguem cumprir todas as metas ao longo do mês. Neste quesito, 30,7% dos consumidores seguem parcialmente o planejamento e 6,8% não alcançam nenhuma meta. A boa notícia é que a diferença entre a intenção e o hábito diminuiu nos últimos meses. Em julho, essa diferença ficou em 11,4%. Na mesma pesquisa feita no ano passado, essa diferença era de 29,7% e em 2011, 31,5%. As compras por impulso (não planejadas), também caíram. Nesta pesquisa, 31,6% admitiram não resistir à tentação da vitrine. Na pesquisa anterior, foram 44,1%.

O peso do cartão de crédito nas despesas aumentou nesta pesquisa, com 67,4%. Em junho, o cartão correspondeu a 54,7%

14/08/2013

Fonte:  http://www.fecomerciomg.org.br/index.php?arquivo=noticias.php&tipo=economia&acao=2&codigo=3428

FONTE: WWW.FECOMERCIOMG.ORG.BR

Desonerações do governo agradam comércio

Mudanças na folha de pagamento e na tarifa de energia elétrica animam lojistas e podem refletir na queda de preços
Desoneração da folha de pagamento e redução da tarifa de energia. O comércio varejista da capital mineira será impactado com essas duas medidas do Governo Federal e os empresários acreditam em impactos positivos na saúde financeira de suas lojas. A Fecomércio MG elaborou uma pesquisa que mostra as expectativas dos empresários com a Lei 12.546/2011, que alterou o recolhimento de 20% sobre a folha de pagamento de cada funcionário, e o anúncio de redução nas contas de energia feito pelo Governo Federal. De acordo com a pesquisa, medidas podem beneficiar indiretamente o consumidor. Mesmo assim, os empresários acham as medidas insuficientes e ainda convivem com despesas pesadas como o aluguel e impostos.
Setores do comércio varejista, entre eles lojas de departamento, de eletroeletrônicos e de material de construção, foram incluídos na lei de desoneração por meio da MP 601/12. Em vez de destinarem 20% da folha de salários para o INSS, as empresas passarão a pagar 1% sobre o faturamento. Do total de empresários consultados pela Fecomércio, 60,9% acredita que isso trará impacto financeiro positivo, com aumento de recursos disponíveis. Mais da metade, 51,2%, acredita que terá entre 5% e 10% a mais de dinheiro para utilizar no negócio.
A redução da tarifa de energia, anunciada pelo Governo Federal no fim do ano passado, é outra boa notícia para 61,2% das empresas. De acordo com 32,1% dos empresários, isso reflete na redução dos preços ao consumidor. A redução fica em até 5% em 50% desses estabelecimentos e entre 5% e 10% em 41,2% das lojas.
Mesmo com expectativa positiva até para os consumidores, 56,5% dos empresários argumentam que essas medidas não são eficientes. Para a maioria (44,7%), o aluguel é a despesa que mais pesa no orçamento financeiro da empresa. A folha de pagamento vem em segundo lugar com 28,6%. Na sequência, os impostos (13,4%), a tarifa de energia elétrica (12,9%) e a despesa com água (0,5%).